(Via PC World/EUA)
O monitoramento anônimo através da internet, sobre quem visita páginas web, é um campo crescente impulsionado pela necessidade de conhecer e segmentar o público-alvo das organizações. Através deste rastreamento de informações é possÃvel conhecer o comportamento e interesse dos usuários, indicando assim, o que deve ser ofertado a este cliente em potencial ou não.
No entanto, nem sempre o usuário deseja ser rastreado. Desta forma, vários browsers estão suportando o padrão Do Not Track, que envia uma mensagem para sites web avisando que você optou por não ser rastreado. Mas como o Do Not Track funciona e que valor ele traz aos usuários?
Dentre as soluções já propostas para evitar o rastreamento (como código para bloqueio de rastreio ou uso de cookies para opt-out), o Do Not Track é a solução relativamente mais simples, a qual acrescenta um header HTML a todo pedaço de informação que você envia aos sites web, indicando que você não quer ser rastreado. Este header pode ser lido por sites que, em teoria, atenderão a seu pedido e não o incluirão em seu rastreamento. Lembrando, que o padrão depende do comprometimento de cada site de honrar o header Do Not Track, pois este não tem nenhum efeito no rastreamento.
Além disso, também existe o aspecto sobre a falta de flexibilidade do padrão em si. O Chrome e o Firefox, por exemplo, possibilitam que você permita ou não o Do Not Track. Impossibilitando que empresas que lhe interessam enviem anúncios dirigidos, o que em muitos casos pode ser extremamente útil. Já o IE9 lhe permite maior controle sobre a tecnologia Do Not Track ao permitir exceções para alguns sites, como o da Amazon, no qual você pode obter dicas de valor ao permitir o rastreamento.
Não podemos afirmar que esta é a melhor opção para a solução do problema, mas é uma possibilidade que se apresenta para auxiliar o usuário no controle das suas informações.
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